Residência alternada – Perguntas e Respostas

1984
[/bg_collapse] Não. Esta afirmação, feita irresponsavelmente no Observador, num artigo de opinião, não corresponde à verdade. Foram referidas as estatísticas do Instituto de Apoio à Criança (IAC), mas quem as citou confundiu conceitos. Desde logo, porque há “bater na criança” – usar a “palmada pedagógica” ou castigos físicos leves, que podem ser condutas socialmente censuráveis ou não, pois ainda convivem na sociedade visões muito distintas do que pode ser pedagógico (apesar da ciência já apontar para a inutilidade pedagógica de todos os castigos físicos) – e há o “bater na criança”, como sinónimo de prática de crime, quando é exercida violência moderada ou grave sobre uma criança, ou qualquer violência fora de um contexto educativo. Embora seja possível (não temos dados estatísticos nacionais sobre isto) que haja mais mulheres a “bater na criança” (no sentido pedagógico, com finalidade educativa), temos a certeza estatística de que quem mais “bate na criança”, no sentido criminal, enquanto agressor, é do género masculino (aqui).

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