Residência alternada – Perguntas e Respostas

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Não necessariamente. A lei já diz que «O tribunal determinará a residência do filho e os direitos de visita de acordo com o interesse deste, tendo em atenção todas as circunstâncias relevantes, designadamente o eventual acordo dos pais e a disponibilidade manifestada por cada um deles para promover relações habituais do filho com o outro». Ora, quando não haja fortes razões contra (grandes distâncias, casos de polícia, contrariedade expressa pelo/a menor, conflitos extremos), e desde que ambos os pais o queiram (ou, não havendo acordo, ambos queiram estar com a criança), dita o interesse do menor que seja aplicada a residência alternada. Atualmente, o modelo da residência alternada é já aplicado a situações em que não há acordo, e mesmo em situações de conflito prolongado entre os pais, desde que as crianças estejam a adaptar-se bem ao modelo.

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