E SE CADA MULHER SÓ TIVESSE DIREITO A 100 PALAVRAS POR DIA?

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Romance distópico, na linha de George Orwell ou Margaret Atwood, chega às livrarias nacionais a 04 de fevereiro, e é o mais recente bestseller de ficção especulativa associada ao tema do feminismo. 

Estados Unidos da América. Um país orgulhoso de ser a pátria da liberdade e que faz disso bandeira. É por isso que tantas mulheres, como a Dra. Jean McClellan, nunca acreditaram que essas liberdades lhes pudessem ser retiradas. Nem as palavras dos políticos nem os avisos dos críticos as preparavam para isso. Pensavam: «Não. Isso aqui não pode acontecer.» Mas aconteceu. Os americanos foram às urnas e escolheram um demagogo, conservador. Um homem que, à frente do governo  
e fiel a um conselheiro religioso e psicótico, decretou que as mulheres não podem trabalhar e dizer mais do que 100 palavras por dia.

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