UM SINAL DE FEMINISMO DENTRO DA IGREJA CATÓLICA?

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No centro das diferentes polémicas ao longo da própria história da Igreja Católica, está o facto das líderes das distintas congregações e participantes no Sínodo da Amazónia não terem voz nos debates, nem tampouco poder de voto. A este facto juntam-se os já conhecidos casos de abuso sexual que, segundo Doris Wanger, ex-religiosa e vítima de violação – chegam aos 40% dentro da Igreja – 10% antes das mulheres se juntarem à vida religiosa e 30% depois disso, havendo casos em que os sacerdotes obrigaram as freiras a abortar.

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