Sumário: a Ideologia de Género

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E eu, burra, pensava que a nossa Constituição, logo no Artigo 1ª dos Princípios Fundamentais estipulava: “Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.” E que no número 2 do Artigo 13º fixava: “Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual. (…)”. Desculpem… pensei que a tal lei, a 38/2018 de 7 de Agosto, que afronta estes 85 parlamentares nos pontos 1 e 3 do seu Artigo 12º (Nota 1) era até uma coisa que promovia os bons ensinamentos de Jesus (amarmo-nos e aceitarmo-nos como somos) mas certamente enganei-me, até porque, depois de tanto estudo, continuo sem saber o que é essa tal ideologia de género que, dizem, é bom odiar mas que não se maçam a explicar-nos do que se trata.

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