SER POBRE

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Existir enquanto formos o outro, enquanto quisermos, por sermos o outro, fazer por que mude alguma coisa, um grão de areia que seja.

Não querer outro retorno, a nossa morte que seja absoluta, como no poema do Manuel Bandeira – “Morrer tão completamente/Que um dia ao lerem o teu nome num papel
Perguntem: “Quem foi?…” /Morrer mais completamente ainda, – Sem deixar sequer esse nome”.

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