SEM FILTROS!

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É que já começo a estar um bocado farta desta corrente, cheia de boa vontade e muito solidária… aposto que sim, que quer salvar e dignificar a minha profissão.

É certo que a comunidade, em geral, é muitíssimo sensível à profissão de Educador de Infância e que todos confirmam e defendem acerrimamente o valor inquestionável do nosso trabalho – mas a verdade é que continuamos a ser vistos como profissionais de classe “inferior” cuja necessidade de ensino superior para a exercer é, tantas vezes, questionada.

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