Sandra, Helena e Lara

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O que sei é que, talvez, isto tenha sido mais do que uma vingança contra uma ex-companheira. Como entretanto nada parece ter mudado, isto poderá ser visto para outras tantas “Sandras” como um aviso. Um aviso para ficarem quietas e caladas. Porque, quatro meses depois, acredito que haja “Sandras” que prefiram sobreviver à violência diária do que tentarem viver depois da tortura de terem enterrado uma mãe degolada e uma filha asfixiada. E pensar nestas mulheres que (ainda) não conhecemos também nos deveria deixar com um nó na garganta.

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