O MENINO-HOMEM QUE ME SALVOU A VIDA

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Depois chegaram os homens apressados, ansiosos, desequilibrados, competitivos, educados por pais ausentes e sem noções de autoridade, e por mães que os ampararam e justificaram em tudo a sua vitimização facilitista. Homens que não processam pensamento emotivo. Homens que apenas conhecem a “injustiça” social, a inveja e o mal estar diário perante a génese aglutinadora da Mulher-Mãe, aquela Mulher-Mãe que se permite Amar, Dar, Receber, ser Autoridade e Riso, ser Inteira, Responsável, Autêntica, ser Intelecto e Profundidade, sem ter de provar nada a ninguém, sem ansias, sem pressa.

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