O MENINO-HOMEM QUE ME SALVOU A VIDA

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Foram 44 anos de uma referência masculina brilhante. O meu avô. Homem alto, magro e bonito. Por dentro e por fora. Educado, jamais lhe ouvi uma incorreção verbal, psicológica, emocional. Pacato, doce, meigo, rigoroso, calmo e alegre. Original, sem medo do que os outros pensavam dele, porém, um Homem doce e profundamente respeitador da figura feminina. Detestava pessoas oportunistas, falsas, mascaradas, gananciosas, detestava competição e machismo, violência, ignorância, covardia e desrespeito. Considerava que essas eram as características típicas duma dada categoria social que avançava veloz na sociedade portuguesa, em especial provinda de pais rurais migrados para a cidade.

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