NADA VAI MUDAR SE NÃO LUTARMOS E DENUNCIARMOS

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Era domingo e regressava a Lisboa, por volta das 19h. Na paragem de autocarro estava um número considerável de pessoas.

Sentou-se ao meu lado um homem e perguntou-me se iria passar algum autocarro, respondi-lhe curtamente que sim. Momento de silêncio. Perguntou que autocarro é que eu iria apanhar, fingi não ter ouvido para tentar que a conversa ficasse por ali. Voltou a dirigir-se a mim e perguntou que idade tinha. Ignorei. Perguntou para onde ia. Cansada, respondi-lhe com mais educação do que a situação exigia que não queria conversar. Levantei-me e entrei na estação para mudar de paragem, sem que ele se apercebesse.

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