Memória e Resistência LGBTI durante a ditadura portuguesa, uma obra de Raquel Afonso

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Vivemos tempos inusitados para o estado civilizacional em que seria suposto estarmos nesta matéria e, talvez por isso, urja estudar de que forma as pessoas LGBTI resistiram – e resistem – à opressão e se organizam. Porque não há decreto que obrigue a uma só norma, que termine com as diferenças, e não há opressão que impeça a sobrevivência da natureza humana em todas as suas orientações, identidades e formas de expressão. É sobre estes assuntos que Raquel Afonso, antropóloga de 24 anos, se debruça na sua tese da mestrado, que chegará ao público brevemente, em forma de livro editado pela Lua Eléctrica.

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