JULGADA POR FALAR. MORTA, SE CALAR.

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Imaginem que, com o passar do tempo, porém, a situação agrava-se. O pai perde a casa e o seu estado mental deixa-vos apreensivas. Imaginem que, preocupadas com o bem-estar da criança nos dias em que está com o pai, requerem ao tribunal de família uma mudança do regime de visitas. Imaginem que, na véspera da primeira audiência, o pai da criança mata a vossa a mãe para a impedir de testemunhar e, horas depois, mata a vossa filha.

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