PARA SEMPRE por Rita  Ferro Rodrigues

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No dia em que o cão Gastão morreu, sentei -me num banco de jardim a chorar.

Devia estar a chorar tanto que uma senhora sentou-se ao meu lado e ofereceu-me uma bolacha de chocolate que tirou da carteira dela. Uma daquelas bolachinhas embrulhadas em prata que vêm nas caixas de bolachas que só há em casa das avós.

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