ESPANHA E O RETROCESSO NA LEI DO ABORTO

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Pensava que estava em 2019 até ter lido as últimas declarações do
presidente do Partido Popular espanhol, Pablo Casado. Durante uma entrevista, o
político confessou que, mais do que modificar a atual lei do aborto, que a
refutaria.


Esta lei, que foi aprovada inicialmente em 1985, no governo de Felipe González, contemplava a interrupção voluntária da gravidez para os casos suspeitos de violação, risco para a saúde física e psíquica da progenitora, bem como em casos de má formação do feto. Em 2010, a mesma lei foi atualizada pelo executivo de José Luis Zapatero (encontrando-se atualmente em vigor) e passou a contemplar a possibilidade de a mulher realizar um aborto por sua livre vontade até às primeiras 14 semanas de gestação.

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