ENTREVISTA – Rita Redshoes por Vanessa Cardoso

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– Contaste com a produção do Gui Amabis. Como foi escolher e trabalhar com um produtor que não conhecias?

Trabalhamos grande parte do disco via Skype, uma vez que ele vive em são Paulo e, desde o início, que ele me entendeu. Mais tarde, em Novembro passado, ele veio para Lisboa e estivemos um mês a trabalhar em estúdio. O Gui é uma pessoa muito generosa e de um talento enorme. Esteve sempre disponível e sempre aqui a trabalhar neste disco. Eu queria mesmo, neste disco, sair fora de pé e nunca tinha trabalhado com pessoas que não conhecesse. Queria alguém novo e que me expusesse. Não queria estar em casa! Escrevi letras tão pessoais, que tinha que ter alguém com uma certa frieza para me trazer cá para fora. O Gui não olhou com frieza, mas com o distanciamento certo. É um grande risco, mas foi uma parceria que correu muito bem.

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