E AGORA TODAS

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A lei permite-nos olhar para a maternidade de outra forma, como reflete O ao olhar para as suas dúvidas no passado. “O projeto de vida e de maternidade que acabei por construir não coube na caixa inicial nem respondeu nunca às limitações e reduções que cheguei a impor ao sonho. Se naquele tempo a PMA já fosse uma realidade para todas, questionaria o quê? E é precisamente porque esta lei nos liberta – na ação e na ambição, e também nas conceções de família – que houve tanto medo e tanta resistência em aprová-la. E que continuará ainda por muitos anos a impor-se com preconceito e conservadorismo nas práticas médicas e nas escolhas das mulheres. Mas o primeiro passo já foi dado e esse abre uma porta que já não se fecha.

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