E AGORA TODAS

1047

O, que já não pretende usar este direito (“já tenho @s filh@s que desejei ter”), diz, no entanto, que “teria recorrido certamente à PMA numa fase da minha vida em que desejei muito ser mãe e não estava numa relação com um homem, com a estabilidade que eu sentia necessária para poder alinhar num projeto de família. Quis muito ser mãe nessa altura e inclusive fui à procura de um dador. Não chegou a acontecer desta forma, mas ainda hoje tenho muito presente o sentimento de não perceber porque tinha eu que arranjar um pai para poder ter uma criança.”. O que a travou? “naquela altura a ideia de ter uma criança ‘sem pai’ ainda me perturbava, mexia com as ideias pré-concebidas de família em que os papéis estavam todos muito mais presos ao quadro tradicional do que estão hoje. E então optei por esperar e construir “o quadro”. 

Ler artigo completo ...