DIREITO DE MATAR

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Falamos de oito mulheres mortas num mês. Fizeram uma breve chamada de capa nos jornais diários, uma notícia de um minuto no jornal da noite. De quando em vez vasculha-se mais um pouco para ver se se encontra um ou outro pormenor mais sórdido. E dos filhos, quem foi saber? Quantos eram? Eram crianças ou já jovens adultos? Houve família, amigos  que os acolhessem, foram institucionalizados? Isso não interessa.

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