DIÁRIO DE UMA FIBROMIALGIA QUE NÃO ME VENCE! – PARTE II

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Acabei por me ir embora, desejosa de chegar a casa, de me colocar na banheira, com água bem quente a bater-me nas costas. Até o bater da água doía.

Mais do que a dor da água a bater, das articulações a doerem, a frustração era o que doía mais. Estava completamente de rastos. Como é que é possível não conseguir correr mais? Apenas tinha corrido cerca de 300 metros. Eu que fazia 10 quilómetros numa boa. Eu que já fiz uma Meia Maratona. Viver com a frustração não é fácil. Quando já conseguimos mais do que agora. O corpo colapsou e ter de lidar psicologicamente com isso não é fácil.

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