BABY BLUES – OS PRINCÍPIOS MENOS COR-DE-ROSA

1872

A primeira vez que ouvi o termo foi numa aula de Psicologia Sistémica, no primeiro ano de Mestrado. Na altura, do alto da minha arrogância juvenil, achei os 60% de prevalência (número de mulheres que experienciam baby blues) um verdadeiro exagero – nenhuma das mães que eu conhecia havia (supostamente) passado por isso. Mais, sentia-me superior ao ponto de pensar que tal só ocorria com quem não queria mesmo ter filhos ou não tinha vocação para tal – “A mim jamais me acontecerá, tenho tanto jeito para crianças, certamente serei uma excelente mãe”.

Ler artigo completo ...