ARTE DE ENGOLIR PESSOAS por Lúcia Tomás

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O dia chega ao fim. O meu empregador é, neste preciso momento, um fantasma. Não atende telefonemas. Atravesso a cidade. Bato à porta do meu empregador, peço-lhe para me explicar o que se passa. Não sabe. Peço-lhe que tente percebê-lo rapidamente. Coíbe-me de tentar sabê-lo pelos meus próprios meios. Vou embora com medo do futuro.

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