ARTE DE ENGOLIR PESSOAS por Lúcia Tomás

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Aguento-me. Não estou sozinha. Encontro, por mim mesma, uma rede de apoio interna. Gente de carne e osso. Gente a sério. Rimos e choramos muito. Sentimo-nos nauseabundos. Estamos desesperados nesta morte lenta, incorporada naquilo a que se chama outsourcing. Onde a cada dia cresce o peso da inutilidade.

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