ARTE DE ENGOLIR PESSOAS por Lúcia Tomás

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Com a máscara no chão, ele dá-me armas. Perco a virgindade neste jogo do outsourcing. O homem que eu tenho à minha frente é o peão de um jogo sujo. É um canalha. Não desarmo. Ele retrai-se. Não quer que eu vá para casa pensar. Quer tempo para pensar na solução. Os canalhas são todos iguais.

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