ALMA RASGADA

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Tenho 84 anos… Sabe quantas vezes, ainda hoje, penso que devia de o ter matado!? Matar-me, não. Jamais! Matá-lo sim! Tive pena dele. Tanta pena dele. E de mim ninguém teve pena! Só diziam que tinha de aguentar. Era o meu destino. Não acredito em nada. Nem no destino. Nem em nenhuma crença que me foi metida na cabeça vezes sem conta.

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