Quando estar grávida não é incrível

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A Jéssica, que podia ser Carla ou Teresa, mostrou a felicidade de um filho nos braços e a desolação das hormonas que teimam em cavalgar livremente pelo corpo trazendo lágrimas depois de euforias, duplo queixo e narizes abatatados. E não há que ter compaixão ou repúdio. Muitas calaram o que a Jéssica espalhou pelo mundo. E espalhar é rotinar. Partilhar é vulgarizar. Contar é suavizar. A Jéssica, que podia ser Joana ou Sónia, fez um favor a todas aquelas que, como ela, são tão somente mulheres.

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