8 DE MARÇO. DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES por Sara Falcão Casaca

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Presentemente, no mundo, cerca de 21 milhões de pessoas são forçadas a trabalhar. As mulheres continuam a ser particularmente vulneráveis à exploração laboral, subjugadas a condições de trabalho e de vida sub-humanas, sob coação e sem liberdade. Elas estão, aliás, particularmente expostas à precariedade e à insegurança laboral. Por cá, se uma das maiores conquistas de Abril foi o reconhecimento da importância da independência económica e da autonomia que a mesma permite, a crise laboral pode ser descrita como uma das sombras mais pesadas da atualidade. Neste contexto, é assustadoramente elevado o número de mulheres que não goza da segurança e da estabilidade necessárias para viver em condições de dignidade e para conduzir autonomamente as suas vidas.

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