8 DE MARÇO. DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES por Sara Falcão Casaca

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Também no país, as assimetrias salariais em desfavor das mulheres têm-se mantido praticamente inalteradas. Elas auferem em média menos 18% do que os homens (remunerações de base), e menos 21% quando observamos os ganhos em geral (componente que inclui prémios, subsídios, etc.). Este diferencial é diretamente proporcional ao seu nível de escolaridade e de qualificação. Elas são, ainda, frequentemente penalizadas pela maternidade – seja enquanto condição real ou eventual. No domínio da liderança da vida empresarial, a sub-representação feminina nos lugares de topo das empesas (na tomada de decisão de esfera económica) remete Portugal para uma das posições mais negras, mais atrasadas, de todo o espaço europeu e internacional.

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