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Este foi o tema da talk da Alison Jesus na edição de 2019 do TEDx Funchal. Este é um testemunho, um texto na primeira pessoa, com que vale a pena aprender: todos temos direito aos nossos sonhos e todos temos o dever de afastar as barreiras que possam impedir alguém de os cumprir.
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No dia 4, a Sandra teve duas missas para assistir ao final do dia. Uma, pela dona Helena, outra pela pequena Lara. Quatro meses depois, já não nos lembramos dos nomes. Só os associamos ao recordar o que lhes aconteceu. Há quatro meses, em menos de 24 horas, três mulheres morreram. Duas foram assassinadas. À terceira foi roubada a alma, a vontade de viver, a motivação para continuar.
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Vénus é o planeta do amor e da feminilidade, é o segundo planeta do sistema solar, é o planeta mais próximo da TERRA! O seu nome é...
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Agora são as mamas. Alguém me disse no outro dia que as tenho descaídas, provavelmente por ter emagrecido tanto e porque continuo a amamentar um ser de 15 meses. Quando me baixo, depois de dar mama, vejo-as transformadas, secas, vazias. Os melões redondos deram lugar a duas passas de uva moles. Que metáfora genial para a brutalidade da vida.
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Vivemos tempos conturbados na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil, em vários países do Médio Oriente, de África e da Ásia, de desrespeito, violência...
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Todos temos consciência que a corrupção é um problema real e que precisa pulso forte para se resolver e que a justiça não pode ser branda, nem com a corrupção nem com outras questões mais sensíveis como a violência doméstica. Porque vivemos em democracia, podemos indignar-nos em relação a estas questões e todas as outras. Quando votamos estamos a expressar a nossa vontade, quando não votamos estamos a desresponsabilizar-nos desse nosso papel, conquistado com o esforço e a vida de outras pessoas.
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Pedi-lhe que se retirasse, caso contrário chamaria a polícia, foi nesse momento que o mais insólito sucedeu: o rapaz cuspiu-me na cara. Afastei-me, limpei a cara e o “maricas de merda”, “vocês deviam morrer todos” ou até “eu e o meu pai vamos apanhar-te e dar-te uma sova”, continuavam. Comecei a afastar-me com medo do que pudesse vir de seguida e ele, aparentemente feliz pelo meu medo, também se foi embora.
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Dir-lhes-á a sua sensibilidade e o seu bom senso que o tema não era os calendários Pirelli nem Emanuel mas uma candidata que, naturalmente eleita, não representará só mamas e rabos que os cavalheiros que subscrevem a reportagem julgam representar no seu todo uma mulher?
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Anália Torres, socióloga e feminista, herdou o nome da avó que lhe ensinou as coisas mais importantes que aprendeu na vida. Nesta entrevista ajuda-nos a perceber a origem das desigualdades entre homens e mulheres e o caminho a percorrer para que se dissipem. Um luxo e um prazer, ouvi-la.
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Entrevistas Destaques

  1. Porque te amas?
Amo-me já aceitei que não temos de ser perfeitas para sermos felizes.  
  1. Já qu...

ULTIMAS CRÓNICAS

No dia 4, a Sandra teve duas missas para assistir ao final do dia. Uma, pela dona Helena, outra pela pequena Lara. Quatro meses depois, já não nos lembramos dos nomes. Só os associamos ao recordar o que lhes aconteceu. Há quatro meses, em menos de 24 horas, três mulheres morreram. Duas foram assassinadas. À terceira foi roubada a alma, a vontade de viver, a motivação para continuar.
4022

Agora são as mamas. Alguém me disse no outro dia que as tenho descaídas, provavelmente por ter emagrecido tanto e porque continuo a amamentar um ser de 15 meses. Quando me baixo, depois de dar mama, vejo-as transformadas, secas, vazias. Os melões redondos deram lugar a duas passas de uva moles. Que metáfora genial para a brutalidade da vida.
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Vivemos tempos conturbados na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil, em vários países do Médio Oriente, de África e da Ásia, de desrespeito, violência...
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Todos temos consciência que a corrupção é um problema real e que precisa pulso forte para se resolver e que a justiça não pode ser branda, nem com a corrupção nem com outras questões mais sensíveis como a violência doméstica. Porque vivemos em democracia, podemos indignar-nos em relação a estas questões e todas as outras. Quando votamos estamos a expressar a nossa vontade, quando não votamos estamos a desresponsabilizar-nos desse nosso papel, conquistado com o esforço e a vida de outras pessoas.
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Crónicas Destaque

Esperam que sejas magra. Atlética. Que corras todos os dias. Ou dia sim, dia não, vá. De depilação feita e unhas coloridas. Que faças bolos ao sábado. E que não tenhas as raízes do cabelo por fazer. Esperam que te comportes bem e que nunca bebas um copo a mais para não caíres em figuras ridículas. Que nunca sejas daquelas que urina entre dois carros, no meio do Cais do Sodré.

Voltou a olhar para mim, semicerrou os dentes e baixinho perguntou-me, pausadamente: “Com quantos gajos estiveste?”. Ele parecia furioso e eu fiquei com medo porque não sabia qual era, para ele, a resposta certa, mas arrisquei e respondi-lhe novamente, “Só contigo, Pedro. Conhecemo-nos pouco tempo depois de eu cá chegar”. Lembro-me de acordar no dia seguinte. Sentia dores no corpo todo, devia ser da ansiedade e daquela tensão. Já sabes que odeio discutir, sobretudo com ele. Tenho medo que se farte de mim...

A partir do momento em que viram o meu corpo inerte, ninguém perguntou onde estava o filho da puta que acabou com os meus sonhos, as minhas esperanças, a minha vida. Não, preferiram começar a fazer-me perguntas inúteis. A mim, podem imaginar? Uma morta, que não pode falar, que não se pode defender. Que roupa estava a usar? Porque é que estava sozinha? Porque é que uma mulher quer viajar sem companhia?

Carol perdoa-lhes: acham que podem opinar sobre o teu decote, sobre o teu peito. Acham que têm o direito de te dizer o que podes ou não vestir #nomeudecotemandoeu

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Este foi o tema da talk da Alison Jesus na edição de 2019 do TEDx Funchal. Este é um testemunho, um texto na primeira pessoa, com que vale a pena aprender: todos temos direito aos nossos sonhos e todos temos o dever de afastar as barreiras que possam impedir alguém de os cumprir.
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Vénus é o planeta do amor e da feminilidade, é o segundo planeta do sistema solar, é o planeta mais próximo da TERRA! O seu nome é...
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É assim tão estranho que haja homens, e suas mães, que queiram, para si (e para os seus filhos) uma mulher submissa, boa dona de casa? As mães daqueles rapazes cresceram (algumas) a ler estas revistas. Foram assim educadas pelos seus pais. Educaram assim os seus filhos. É um círculo vicioso, educacional, cultural, que vai mantendo instâncias e tradições machistas de profunda injustiça e desigualdade. Que trazem grande sofrimento, para mulheres e homens. Que geram muita violência. Que estão na base, também, da violência doméstica (e suas vítimas fatais).
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Jovem, 25 anos, com mestrado, com licenciatura, com formação profissional, a frequentar pós-graduação, com experiência, extremamente motivada para pôr “as mãos à obra” e disposta a receber pouco por isso, até mesmo a ser um bocadinho explorada (mas atenção, nada de exageros!). Aparentemente são características que os empregadores procuram, certo?

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